sábado, 25 de junho de 2011

Saltos altos ou malas?

Rendi-me, desde cedo, aos encantos do salto alto, haverá algo mais elegante? Acho que é óbvio o porquê da “obsessão” de muitas mulheres por estes sapatos, fazem-nos sentir mais sexy que nunca, são a melhor receita de beleza.
Quanto às malas …. Acessório imprescindível de qualquer mulher! Dão o último toque ao que vestimos, acrescentam o nosso estilo, e funcionam, a maioria das vezes, como “casa ambulante”.  
Grandes, pequenas, com padrões, com diferentes cores, “todas” acabam por ser necessárias em alguma ocasião ou tipo de roupa.
Eis a pergunta, o que preferem as mulheres? A obsessão recai sobre os sapatos ou sobre as malas? Ou seremos nós assim tão consumistas que não vivemos sem estes dois acessórios J

Surpresa Romântica


Arranjem um tecido de cetim vermelho que dê para cobrir toda a cama, arrastando-se pelo chão. 
Em cima da cama escrevam algo com pétalas brancas, e enfeitem com gomas.
No resto do quarto, pétalas e velas (vermelhas, laranjas e rosas) por todo o chão, de modo a fazer um género de “passadeira” até à cama. Sem esquecer do incenso. 
Na mesa-de-cabeceira coloquem uma série de vales, que poderam ir realizando ao longo do tempo, ex. Vale usar gelo; vale um strip; vale escolher uma fantasia, etc.
Para concluir, e como o importante são os pormenores - uma caneta de tinta comestível e divirtam-se a fazer declarações no corpo um do outro.

Surpresa exótica

Uma viagem pelo oriente … Com uma decoração diferente conseguimos surpreender quem mais gostamos, e desfrutar da nossa relação.



Na sala: Incenso; Flores; Pétalas; Velas; Óleo de massagens; Um tapete onde se possam deitar e desfrutar do ambiente, com almofadas laranjas e vermelhas, onde esteja também um mini banquete de laranja às rodelas e groselha, tâmaras secas, chá, sumo, vinho.
No WC: Velas; Sais de banho; Sabonete com cheiros (canela, chocolate); Óleos aromáticos. Dentro da banheira – paus de canela, rodelas de laranja, pétalas, depois é só deixar a banheira encher e usufruir.

Satisfação sexual na mulher

Hoje em dia, cada vez a vida sexual de um casal é mais importante, pelo menos o papel da mulher nesta área é muito mais significativo.
Antigamente uma mulher que sentisse prazer ou fosse um bocadinho mais ousada era considerada uma prostituta, pois a ideia vigente na sociedade era que a mulher não poderia sentir prazer nem desejo sexual. O que não acontece na actualidade.
Hoje falar de sexo já não é tabu, nem nenhuma coisa que as pessoas fiquem chocadas só de ouvir, pelo menos para a maior parte das pessoas, aliás, o tema é mesmo importante de ser falado, para aprender, trocar experiencias, inovar, etc.
Talvez por o tema ter sido, de certa forma, mais banalizado, e por todas as transformações sociais que existiram até hoje, o homem tem vindo a interessar-se cada vez mais pela parceira, ou seja, já não pensa só nele, o sexo já não é sinónimo de homem e muito menos “homem por cima, mulher por baixo, o homem atinge o orgasmo, vira-se, e dorme”. Cada vez mais os casais tentam simultaneamente dar prazer ao outro, tanto homens como mulheres, cada vez mais há uma tentativa e aproximação dos homens para tentarem perceber o que a mulher gosta e não. O que muitas vezes acontece é a mulher ter vergonha ou não se sentir “preparada” para falar sobre isso com o marido/namorado/companheiro. Ou talvez esteja eu até enganada ao inserir a palavra companheiro, porque se for uma pessoa que nós não conheçamos também, ou que apenas nos preenche a nível sexual, não vamos ter pudores, nem receios, em dizer o que queremos, pois não há o medo de pensar o que é que ele vai achar se eu disser que gosto disto ou daquilo.
A meu ver, essa falta de diálogo, ou a vergonha que a mulher sente em falar com o parceiro, e o parceiro com ela, remete para uma grande falta de cumplicidade. E se não fosse a cumplicidade o que era dos casais passado 10 anos juntos? Talvez seja por isso que existem tantos divórcios, mas isto, mais não é que a minha opinião!
O homem tenta cada vez mais, com que a mulher esteja satisfeita a nível sexual, o que pode estar ligado também ao facto de, ao contrário de antigamente, a mulher já ter homens para fazer comparação, hoje uma mulher não fica toda a vida com o mesmo homem. Deste modo o parceiro quer sempre “ser melhor que os outros”. 
Em geral, acho que à uma abertura cada vez mais das mulheres, cada vez se interessam mais pelo sexo, muitas vezes são elas as primeiras a querer ousar, a ter a iniciativa para novas experiências, a não ter “nojo” disto ou daquilo!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Fazemos pela nossa relação?

Ano após ano, as relações têm tendência para cair na rotina, a chama da paixão parece que se apaga e chega a um ponto que a relação que temos com o nosso companheiro é a mesma que temos com o nosso irmão.
Mas não deveria ser ao contrário? Há medida que a duração de uma relação aumenta não deveriam as pessoas tornar-se mais cúmplices e fazer mais pelo ‘nós’? A meu ver sim, desta forma, creio que o grande erro de todos nós é o conformismo e o comodismo. Não nos devíamos lembrar que o nosso companheiro precisa de mais? E será esse mais algo assim tão difícil, capaz de fazer com que a grande maioria das relações caiam na rotina? Claro que não, há variadíssimas coisas que podemos fazer, umas mais elaboradas que outras, umas para fazer todos os dias outras de vez em quando.
Porque razão não havemos de fortalecer a nossa relação, porque é que passados alguns anos os casais passam a andar um ao lado do outro como meros amigos em vez de irem de mãos dadas? Com o avançar do tempo creio que os casais ganham uma certa certeza em como a pessoa já está garantida, e que nada mais tem de ser feito, acabam-se os passeios, as idas ao hotel, as surpresas, o cinema, etc., se é que tudo isto alguma vez existiu. Porém todo este conformismo acaba por ser algo complexo, ora, a partir do momento que estamos numa relação amamos essa pessoa, se a amamos queremo-la ver feliz, contudo não nos lembramos disso quando não fazemos nada para a ver feliz, quando nos esquecemos de  mostrar que a amamos e que ela é importante.